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Especial de Outono [Receitas]: Sidra de maçã caseira

Já havia mencionado por aqui antes; o Outono é, de longe, minha estação favorita. As casas decoradas, a comida quentinha, as cores avermelhadas. Tudo nessa época é sinônimo de aconchego, e eu posso provar.


Esse ano não está sendo exatamente fácil, já sabemos, e eu senti que precisaria fazer um esforço extra. A inspiração e a habilidade me escapam, então dependeria de mim descobrir uma forma (lúdica até) de passar por tudo isso. 


Mergulhar nas tradições da época parecia uma boa ideia (unir o esteticamente agradável com o psicologicamente útil), portanto me propus a ir all the way; receitas, decorações, fotografias de folhas caídas, doces e travessuras. Um espelho deformado da realidade de antes, mas, ainda assim, algo a refletir.


Acabei por começar com uma receita simples, mas que acabou me dando um trabalhinho: a Apple Sider.



Complicado falar em sidra de maçã, porque logo vem a bebida fermentada na nossa cabeça. Por aqui, no entanto, a sidra é praticamente um cházinho de maçã e canela, uma bebida não-acoólica tradicional das festas de fim de ano (Halloween, Ação de Graças, Natal e Ano Novo).



A ideia da cidra é a mesma do chá; ferver as frutas até obter um líquido bem concentrado. Eu usei a Slow Cooker, porque queria que a casa ficasse com esse cheiro de maçã e canela o dia todo, mas a receita é absolutamente possível (e mais rápida) na panela de pressão.



A parte mais chatinha foi coar, muito por culpa da minha falta de utensílios. Como eu só tinha um coador largo e um bem pequeno (daqueles de copo), tive de usar um depois o outro. Isso significa que passei pelo menos uma hora peneirando todo o conteúdo da panela.



No fim, achei que compensou porque eu só queria algo que me colocasse mais no espírito da estação. Além disso, a segunda filtração rendeu um purê de maçã delicioso, que também é bastante consumido por aqui nessa época. Fosse apenas pela bebida, acredito que seria mais fácil me dirigir até o mercado mais próximo e comprar uma garrafa.



E vocês? O que estão fazendo para sobreviver passar o tempo nesse 2020?


Write recipe photo description here

Ingredientes:
  • 7 maçãs cortadas (de vários tipos)
  • 4 paus de canela
  • 1 colher de chá de cravo-da-índia
  • 1/4 xícara de açúcar
  • 1 laranja

Modo de preparo:
  1. Corte as maçãs e a laranja em fatias
  2. Coloque todos os ingredientes na Slow Cooker (ou Panela de Pressão) e adicione água até cobrir todas as frutas
  3. Deixe cozinhando (6 horas na Slow Cooker, 15 minutos na panela de pressão)
  4. Amasse o conteúdo com uma colher (até quase a consistência de um purê) e cozinhe por mais 1 hora na Slow Cooker, ou mais 5 minutos na panela de pressão.
  5. Coe todo o conteúdo, de preferência com um coador grande, de rede fina.

Você pode pode adicionar bebidas alcoólicas, gengibre e outros sabores que preferir. Também é possível consumir a sidra quente ou gelada.

Here comes the sun

Eu nunca sonhei em me casar. Espera, deixa eu consertar isso. Eu sempre quis um casamento; chegar em casa e ter alguém para contar meu dia, cozinhar, viajar, planejar as economias, ver todas as séries e envelhecer juntos. Mais ou menos igual ao comecinho de Up, sabem? O que eu nunca quis mesmo era uma festa de casamento.

Só que o casamento, como eu venho aprendendo a cada dia, é uma equação de duas variáveis. E o y dessa equação não estava tão contente assim com uma celebração fast food.
Concordei com a cerimônia (fake, porque já estávamos casados). Concordei com uma recepção. Concordei em chamar a família de outros estados (e outro país). Quando eu me dei conta, já estava envolta em uma bola de neve, na qual eu precisava tomar decisões importantíssimas como escolher entre 5 tipos diferentes de centros de mesa, ou entre 10 cores de toalhas.

Me estressei? Muito. Valeu a pena? Valeu. Depois que passa a entrada ao altar (ao som de Here Comes the Sun, fiz questão), e você se dá conta de que não levou um tombo - de salto 15, na grama -, tudo fica bem mais leve. O máximo de leveza que passar o restante das 4 horas com um vestido de 4 kg permite, claro.












E agora que todo esse planejamento-slash-dor de cabeca-slash-ansiedade terminou, espero voltar a atualizar aqui com mais frequência :)

Do meu Carnaval

Abram alas, Fevereiro chegou. Semana de Carnaval, muita folia, muito bloquinho, muito confete, muito neguinho da beija flor, mas só que não.

Aqui, na Terra do Tio Sam, também foi final de semana de festa, mas com um motivo diferente, o tal Super Bowl. Tudo bem, não tem gente semi nua na tv (às vezes tem, mas não é encarado com a mesma naturalidade), não tem samba no pé (poxa, se isso não for muito gingado, o que seria então?) e não tem feriado (não que não esteja sendo pleiteado), mas tem sim muita gente colorida na rua, muita farra, cerveja, romance, e after parties.

bloquinho laranja e azul. fonte.
Foi minha primeira festa-de-futebol-americano, e, posso dizer com segurança; por aqui, eles têm Copa do Mundo uma vez ao ano. Incrível como o domingo se transformou; o trânsito tinha cara de segunda-feira e era como se a cidade inteira estivesse concentrada na fila do supermercado. Ao passar umas tortillas e jalapeños, a caixa já foi logo engatando um small talk - "Preparando para o Super Bowl? :)" -, estavam todos na mesma expectativa.

Eu comecei a temporada sacando nadinha desse futebol, que, já fui logo reclamando, não se joga bem com o foot. Foram muitos videos de regras básicas no youtube, muitos gritos de comemoração para o time errado, muitos "mas por que eles não tentam avançar mais uma vez ao invés de chutar?". Até que peguei gosto. Escolhi os Denver Broncos, porque, além de ser um dos primeiros times que vi jogar, achei esse tal de Peyton Manning engraçadinho nos comerciais. Pareceu bom moço, sabe?

Então os jogos foram acontecendo, eu peguei raivinha de alguns times (ver os Patriots jogar é como assistir a um videobook de Tom Brady. Até quando o rapaz está no banco, é só ele que mostram) e peguei amor por outros (os Green Bay Packers são só simpatia também). Nos últimos jogos eu já estava viciada, de subir no sofá e xingar o juíz, o técnico, a defesa, comemorar touchdown gritando e fazendo dancinha; porque, amigos, é assim que se torce no meu país.

No final das contas, o Denver Broncos foi para a final, e todo mundo disse que seria massacrado. Tudo bem, ainda assim tinha festa e comida na casa de amigos, Beyoncé e Coldplay para amenizar. Uma das partes mais divertidas foram os comerciais que, eu não sabia, eram todos feito especialmente para o intervalo, alguns com uma qualidade absurda de filme (vide o do Homem-formiga vs Hulk). Tudo muito tranquilo, tudo muito favorável, até que o meu mais-novo-time-favorito surpreendeu e eu pude ter a alegria de vê-los ganhar meu primeiro SuperBowl. Comemorei, pulei, e, só de graça, ainda embolsei $75 na aposta ¯\_(ツ)_/¯ .

- Layout

Aquele tema básico já estava me dando nos nervos, então resolvi colocar um pouco de briga com o css na minha vida, por que não? Depois de imagens que insistiam em ficar onde eu não queria, consegui mudar um pouco a cara do blog. A foto do perfil ficou assim, meio ex-bbb decadente viciada em snapchat, mas foi a única que combinou.

- 2016 Reading Challenge

Li "O Homem do Castelo Alto" e achei o livro um perfeito exemplo de uma boa ideia mal executada. Não sei se eu que esperei demais (eu acreditei que seria quase um "1984", uma distopia cheia de descrições e suspense), mas, para mim, faltou ambientação (e qualquer clímax). Ainda não assisti a série, mas, só o trailer já me empolgou muito mais que o livro inteiro.

ps.: A maratona Oscar anda capenga. Ano passado foi tão fácil assistir os indicados, da lista desse ano, sinceramente, ainda não sei se vou ter paciência para assistir Brooklin ou Revenant.

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