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Moon List #1

Queria mesmo chegar aqui e fazer um post imenso sobre a vida, o universo e tudo mais, mas com os exames finais, até meu tempo para lavar o cabelo passou a ser cuidadosamente calculado.
Para me salvar, vi uma tal de Moon List no blog da Tany, e me pareceu um projeto perfeitamente despretensioso para tempos tão atarefados. Pelo o que entendi, a ideia é baseada em um projeto homônimo de um fotógrafo, no qual ele e a esposa escrevem, a cada mês, sobre tópicos que englobam os 30 dias desde a última lua cheia:

Natureza

Utah é lugar que de fato transparece as quatro estações do ano, mas as que eu realmente sinto - ou seja, quando começo a praguejar -, são o inverno e o verão.
Meu contato com a natureza nas últimas semanas consistiu em cavar tirar a neve da frente da garagem, somente para assisti-la preencher toda a calçada poucos minutos depois. O que era lindo em dezembro, se tornou deveras inoportuno em março. As poucas vezes que admirei o clima foi voltando para casa, depois da faculdade + estágio, cansada e sem forças até mesmo para encontrar um lado negativo no frio.



Objeto

Em 2018 eu venho procurado manter hábitos mais ecológicos e sustentáveis, e o grande acerto nesse último mês for ter trocado meu shampoo convencional pelo shampoo sólido. Sem ingredientes sintéticos e com menos impacto ambiental, me achei mesmo na obrigação de tentar.
Confesso que, há uns 6 anos, quando fiz a transição para shampoos sem sulfato e/ou silicones, meu cabelo não aceitou muito bem (veja bem, sou brasileira e não desisti). Porém, dessa vez, foi uma experiência totalmente diferente. Era como se meu cabelo tivesse se libertado de toda a química pesada e agressão em uma lavagem; ele ficou mais macio, volumoso, e com cara de limpo por muito mais tempo.
Lembrei da minha vó, que dizia sempre lavar os cabelos com sabão de coco natural na adolescência, e eu nunca levei a sério. Desculpa, vó. A senhora estava certíssima.

super recomendo.

Surpresa

Ainda em busca de um 2018 mais saudável, eu diria que minha maior surpresa nesses últimos 30 dias foi ter me livrado, finalmente, do Instagram. Eu já sabia que isso iria acontecer, aquele espaço nunca foi mesmo para mim. Não somente a FOMO, mas todo o oceano de vidas 100% perfeitas, paisagens fabricadas, sorrisos infelizes. Ultrapassava a vaidade e se moldava em uma angustia, uma depressão por aquele universo paralelo tedioso. Uma depressão por alguém precisar daquele universo paralelo. Na minha cabeça, não fazia mais sentido reclamar de toda a toxicidade, gatilhos e falta de realismo, porém continuar sendo parte e alimentando tudo aquilo.
Desativei, e, no fim, foi mais simples do que eu esperava. Eu poderia até escrever um textão sobre como a vida melhorou sem o aplicativo, mas a real é que a vida já estava indo (aos trancos e barrancos, como deve ser) bem, obrigada. Apenas me livrei de um gatilho que tentava constantemente me convencer do contrário.


Encontro

Não teve um encontro ao vivo e a cores, mas uma pessoa muito querida veio falar comigo depois de muito tempo. Disse que sentia minha falta, que queria que eu fosse muito feliz. Aquilo fez uma diferença tão grande no meu dia, que eu me perguntei por que eu mesma não paro para mandar essa mesma mensagem para as pessoas que passaram. Acho que eu sou muito do tipo de pessoa que passou, passou. Não morre, mas deixa de existir. Não stalkeio, nem vou atrás. Só deixo passar e virar uma lembrança desfocada de uma outra vida.
Confesso que é uma característica bem conveniente para certos tipos de passageiros, mas outros a gente ainda quer dividir o trem vez ou outra. Nem que só para uma prosinha rápida, um aceno amigável, ou mesmo uma closure, antes de descer na próxima estação.




À noite

Todas as vezes que vou ao cinema, nas noites de sábado ou de terça (cinema a 4 doletas, quem nunca) são especiais. Amo aquele cheiro de carpete velho com pipoca, a falação adolescente na fila dos doces, os quinze minutos escolhendo o sabor do refrigerante (que eu sempre misturo, tipo fanta cereja com sprite pêssego, e faço o marido adivinhar).
Filme ruim, filme bom, não importa. É a expectativa de um novo mundo. A despreocupação de, ao menos por aquelas 2 horas, se deixar levar por outras vidas, novas histórias. Voltar encostada no vidro do carro em silêncio - porque já é meia noite e estamos tão cansados -, e pegar no sono admirando as luzinhas em cada casa do vale.


De dia

Se paro para lembrar do meu último mês, mal consigo ir além de um borrão na escrivaninha. Os únicos dias que se destacam de alguma forma, são os que o marido, com pena da mulher zumbi aqui, faz um convite-intimação a dar um tempo nos livros e sair para tomar um sorvete. Em dias mais aventureiros, veja só, dirigimos até Provo, e provamos algo diferente (ou algo bem comum, como pão de queijo ♡). Mês passado fomos a uma burgueria chamada Chom e experimentamos a Beyond Meat, uma proposta de "carne" vegetariana, com uma textura e gosto até que bem satisfatórios. Aliás, me aprazou tanto que, desde então, só compro "carnes" vegetarianas para casa. Mais uma para a lista do 2018 mais saudável.


Tempo sozinha

Qualquer dia desses eu preciso fazer um texto de ode ao porão, minha parte favorita da casa nova. O plano era transformá-lo em um mini cinema, com projetor e sofá reclinável - como era na época do proprietário anterior -, mas os estudos o transformaram em um recanto silencioso e vazio, onde passo tardes enclausuradas lendo, programando, assistindo video aulas, ou - quando a disposição permite - fazendo yoga solo com a ajuda de aplicativos. Um dia ainda vou retomar a ideia do mini cinema, mas por agora tudo que eu preciso é um espaço aconchegante, onde eu possa me dedicar a mim mesma.


Tempo com um amigo

Ela nunca presenciou de fato, mas esteve comigo em cada caminho. Treze anos de conversas na fila do ônibus, entre as araras das lojas, aguardando o trânsito na Berrini, ou esperando a chuva torrencial da paulicéia dar um tempo debaixo de uma marquise qualquer. Nada mais justo que ela me acompanhe hoje em dia, nos trens por vezes tão gelados, pelas montanhas do vale. Faz todo sentido e eu acho que a vida vai ser assim pra sempre. O telefone sempre vai tocar, e ela sempre vai me atender com um "E aí Kááá", toda animada. Porque ela não é só a melhor pessoa, ela é a minha pessoa. E nunca permitimos que a distância, seja 500 ou 10.000 km, nos afetasse de qualquer forma.


Filme/Tv/Livro Sou suspeita para falar, afinal ela é meu role model fictício desde que virei gente. Em gráficos poligoniais ou hd, lutando contra dinossauros, múmias, ou tentando sobreviver a uma ilha amaldiçoada, não importa. Tudo nela sempre me fascinou; independência, ambição, a não necessidade de macho, capacidade de auto defesa, inteligência. Mesmo eu sendo muito preguiçosa e pobre para sair por aí desbravando lugares inóspitos, sempre sonhei com duas uzi's e uma mansão com um labirinto gigante só para mim.
Ao contrário de muito fã raiz, amei o novo filme, e ainda estou tentando entender como nomearam uma ""heroína"" de saia curta e botinha, tão debilitada por um plot todo romântico-açucarado, como o ícone feminista de 2017. Lara Croft é, e sempre vai ser, o meu exemplo máximo de feminismo.

acredite, uma heroína que não parece estar em uma propaganda de shampoo enquanto luta

Ato Criativo

O pico do meu ato criativo está em exatamente escrever esse post. Como já disse no início, tempo para lavar o cabelo virou luxo, idealize tempo para blogar.
Agradeço imensamente tags como essa, que dão um empurrãozinho quando a mente está exausta demais para uma última arrancada criativa. E torço para que, ao contrário de 99% dos projetos bloguísticos por aí, esse não caia no esquecimento.

ps. Sei que objeto tem duas entradas, mas por uma opção pessoal, resolvi fazer apenas em relação ao novo.

Road trip até Moab, Utah

Utah é conhecido como um estado massivamente voltado para aventura. Ao todo, são 5 parques nacionais e mais de 40 estaduais, todos focados em atividades como caminhadas, escaladas, rafting, ciclismo e atividades próprias de inverno. O charme do estado está exatamente no esforço físico extra, no contato com a natureza e nas paisagens cruas.

Eu tenho um carinho imenso por essa Road Trip, que foi a primeira que fiz, quando ainda nem sonhava em morar por aqui. É um roteiro rápido e gostoso de fazer; leva apenas 2 dias e cobre 2 parques nacionais e um estadual.

estrada para o Parque Nacional dos Arcos
Em tempo, semana retrasada tive a oportunidade de "terminar o roteiro", já que da primeira vez ficou faltando exatamente a cereja do bolo: o Parque Nacional dos Arcos, um dos parques nacionais mais famosos dos Estados Unidos. Por essa razão, o post será uma mistura das duas road trips, com imagens feitas pelo IPhone 5c (meu ex-fiel-companheiro) no verão, e pela câmera digital durante o inverno (em uma semana que não nevou tanto, graças aos deuses).

Coloquei Salt Lake City como sendo o ponto inicial do mapa, já que é de se esperar que esse seja o ponto de entrada em Utah para a maioria dos turistas:



Dia 1



Beaver, UT

Essa parte do roteiro é plenamente passível de cortes, a não ser que você realmente goste de uma panqueca quentinha pela manhã.
Passando por Beaver, tomamos um café da manhã bem cidadezinha americana, em um diner chamado Arshels Cafe. Recomendo uma refeição reforçada (com panquecas e cafézinho), ainda mais visto toda a caminhada que aguarda para o resto do dia:




Bryce Canyon National Park

O primeiro parque nacional do roteiro é chamado Bryce Canyon, e sua característica única são as enormes galerias de pedras alaranjadas. Produtos da erosão causada pela água, vento e gelo ao longo de milhares de anos, recebem o nome de "chaminés de fadas" (ou pirâmides de terra), e as do Bryce Canyon são a maior coleção dessas formações no planeta.
Espalhados pelo parque estão vários mapas de trilhas possíveis, todas contornando as enormes estruturas naturais (eles também dão um mapinha logo na entrada). Nas trilhas pela floresta, é possível encontrar avisos sobre animais silvestres e placas descrevendo a fauna/flora da região (incluindo avisos de ursos - medo).
Eu só presenciei alguns veados se alimentando - incluindo filhotinhos óuhn -, ariscos demais para se deixar chegar perto.



Hobbie do marido: tirar fotos enquanto eu tiro fotos


Monitor and Merrimac

Vale a pena uma paradinha no meio da caminho para admirar Monitor e Merrimac, uma formação geológica chamada de "mesa" por seu topo plano. A trilha para mountain bike é famosíssima nessa região, então, se você tiver como levar uma, é mais do que recomendado.



Dead Horse Point State Park

Difícil fazer justiça ao Dead Horse Point com descrições. O silêncio e paz desse lugar são impossíveis de se descrever. É um dos lugares favoritos para fotógrafos profissionais, pelas sombras e cores durante o entardecer.
Recomendo fortemente sentar em uma das pedras e aguardar o pôr do sol. Com somente o barulho do vento para fazer companhia, acaba sendo uma experiência única e convidativa para praticantes de yoga e meditação ♡, ou qualquer um que queira sentir um pouco de paz e conexão com a natureza.
Em tempo, o parque também conta com trilhas para caminhadas e ciclismo.



 — a partir daqui, imagens feitas no inverno




Dia 2

Moab, UT: Arches National Park

Meu parque nacional favorito até o momento, o Arches National Park abriga mais de 2.000 arcos naturais em uma extensão de aproximadamente 300 km².
A trilha para se chegar ao arco mais famoso do mundo é repleta de inclinações, desfiladeiros, e, no inverno, muito trabalho em equipe (para não escorregar no gelo e morrer lá embaixo, veja bem), mas vale a pena cada gotinha de suor. Difícil não se maravilhar quando, na última curva, as rochas se abrem em uma grande "bacia", com o arco imponente em destaque.
Durante toda a estrada dentro do parque é possível visitar formações rochosas interessantes, como a Balanced Rock, uma pedra que parece desafiar a gravidade, e cavernas de arenito, com arcos e alcovas formados pela erosão.
Vale a pena permanecer no parque até a noite, se você tiver uma boa câmera e quiser uma fotografia como esta.



Balanced Rock

Balanced rock de pertinho

Nem estava frio com esse laguinho semi congelado, imagina

Uma parte da subida para o Delicate Arch

Delicate Arch


Sand Dune Arch

Qual a melhor época para essa Road Trip?

Eu diria que no verão. Apesar do inverno deixar as paisagens fora-desse-mundo de lindas, a neve deixa as caminhadas bem perigosas. Especialmente no caso do Delicate Arch, você vai ter de passar por desfiladeiros estreitos (em alguns trechos só cabe uma pessoa mesmo), completamente cobertos por um gelo escorregadio. É até um tanto desesperador; não há onde se segurar e muita gente leva tombos preocupantes nesse trajeto. Se decidir mesmo pelo inverno, tente ir após uma semana sem nevar, para que dê tempo de derreter boa parte do gelo.

verão

inverno

O que levar?

O de sempre para trilhas; roupas confortáveis, tênis e protetor solar. Para o caso do inverno, muitos casacos (recomendo segunda pele), luvas e, caso você tenha botas próprias para caminhar no gelo: POR FAVOR LEVE! Pode ser a diferença entre nenhum e alguns hematomas. Também aconselho levar lanchinhos de viagem e baterias extra para a câmera e o celular (já com essa trilha sonora baixada).

Onde ficar?

Da primeira vez ficamos em um motel bem estilo americano (hello, Dean and Sam ♡), o Bowen Motel, e da segunda acabamos nos hospedando no Hampton Inn. Obviamente, pela experiência, recomendo o primeiro, afinal, motéis são bem parte da graça das road trips nos Estados Unidos. Se seu espírito for ainda mais aventureiro, também é possível levar barracas e acampar em locais próprios para camping nos três parques.

Restrospectiva 2017

Eu tinha uma resolução para 2017. Direta, plausível, uma só. Parecia simples. Afinal, quão difícil pode ser seguir apenas uma direção? O que poderia dar errado quando se tem apenas uma meta a cumprir?
Respondo: Pode ser muito difícil, muita coisa pode dar errado.
Ainda mais quando seu único objetivo é se fazer feliz.


Eu não quero cuspir para cima e dizer que 2017 foi um ano horrível, porque, juro, não foi. Sequer entrou para a lista dos top 5 (alor, 2013!). Não, 2017 foi mais um daqueles anos de aprendizados tapas na cara. O ano que a vida me olhou e disse "então você acha que já cresceu tudo que tinha para crescer? HA."

A boa notícia é que ele acabou e eu o venci. Ok, vencer é uma palavra forte. Meio capenga, insegura dos próximos passos, ao menos eu o terminei.
fonte: Sarah's Scribbles
Em 2017 eu quis muitas coisas. Veja bem, foram muitas coisas mesmo. E consegui várias delas. Só que apenas uma mão cheia me preencheram, poucas me trouxeram a paz interior que eu imaginava alcançar. E o ruim de querer várias coisas é que, se elas não te trazem algum conforto, você não deixa de querer. Pelo contrário, você acaba querendo ainda mais. Alguma hora há de preencher, certo?
Fuén, errado.

Então eu fiz o que qualquer homo sapiens em sã consciência faria: eu reclamei. Minha nossa, como eu reclamei nesse 2017. Reclamei demais e, pra ser bem sincera, ainda não consegui parar totalmente.
Porque nada estava bom, nada estava completo, nada estava perfeito.

Da onde eu tirei essa ideia maluca de que deveria ser perfeito, eu não saberia dizer. O que outrora me fascinava - essa habilidade que a vida tem, de dar voltas quebradas por caminhos atravessados -, agora só conseguia me deixar cada vez mais ranzinza. Quando olho para trás, percebo que não bastava tudo estar bem, as coisas estarem dando certo. Elas tinham de dar certo do jeito que eu queria. Isso mesmo, uma receita prontinha para a frustração.


Como se não bastasse, eu ainda passei boa parte do ano me cobrando. Me importando demais com coisas materiais. Me alimentando mal. Fazendo atividades que me deprimiam. Aturando gente mesquinha. Odiando gente mesquinha. Resumindo, retrocedendo de tudo que havia evoluído nos últimos 4 anos.

Não vou negar, fiz amigos excelentes nesse 2017. Arrisco dizer que amigos para a vida toda. Gente capaz de me colocar pra cima, assim, num estralar de dedos. Só que foi nesse ano que eu conheci o lado detestável dos americanos também.
Pudera, até 2016 eu estava presa e segura nessa redoma feliz que são os amigos do marido. Gente que, mesmo eu quase nunca encontrando hoje em dia, sempre manda lembranças, presentes, docinhos (me alimentar é o caminho mais rápido para o meu coração).
Dai lá fui eu, voar com as minhas próprias asas. Enfiar-me em círculos duvidosos, munida apenas de um escudo afável e macio, todo construído em anos de hospitalidade brasileira. Me fodi. Passei aí, uns belos meses tendo de conviver com gente frívola, machista e desleal.
Graças aos deuses, passou. Cresci. Made my skin a little bit thicker.

Às vezes eu acho que trabalhar demais feat. estudar demais faz um pouco isso com a gente. Se deixarmos, claro, nossa vida vai ficando cada vez mais vazia, cada vez mais janta-banho-cama. All work and no play makes Jack a dull boy. E corremos para complementá-la de qualquer forma, nem que seja com sentimentos desconstrutivos. Punhados perecíveis de tudo; bens, amizades, amor próprio. Veja bem, veda o buraco temporariamente, mas pede a conta no final.

Ainda não querendo ser injusta com 2017, nesse ano eu me senti deveras recompensada pelo meu esforço. Nesse ano eu fui muito amada, se não por mim, pelas pessoas que eu mais quero bem. Nesse ano eu me provei várias vezes, para mim mesma e para os outros (não que precisasse). Nesse ano eu conquistei coisas que não imaginava que viriam tão cedo. Em 2017 eu arrisquei, aprendi, amei, cresci.

Pedaços de 2017: Hawaii - Canadá - Bear Lake

Acho que parte do segredo é saber se dar um desconto também. Li muito menos do que gostaria, e o Reading Challenge 2017 ficou pendente. Sei que foi graças ao mestrado, já que, antes de começarem as aulas, vinha mantendo um ritmo até aceitável de leitura. E não espero mudar isso em 2018. Pelo contrário, a faculdade ainda vai tomar longos 8 meses da minha vida, e só eu sei como é chegar em casa à meia noite, abrir o kindle e não sair do mesmo parágrafo até apagar completamente.
Não adianta querer dar um passo maior que a perna, muito menos perder a paz se culpando por não chegar lá.

Se eu ao menos tivesse me dado conta disso mais cedo.

Já disse aqui inúmeras vezes que lista de resoluções não são para mim e não vou recuar dessa vez. Mantendo a tradição do mantra único, sem muitas expectativas, fica o direcionamento para 2018: Está tudo bem diminuir o ritmo, parar de se cobrar, de querer mais, de buscar o inalcançável:

You gotta know just when to fold.
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